Programa
Caminhar, reflorestar e aprender sobre a nossa floresta autóctone. O 12 meses 12 trilhos de 2018 é muito mais do que um programa anual de trekking, evoluiu e é agora também um programa ambiental de reflorestação e sensibilização para a importância da nossa floresta original. Ao participar no 12 meses 12 trilhos não está apenas a participar nos incríveis eventos de trekking Borealis, está a participar e a contribuir ativamente para este programa ambiental e social orientado para a recuperação e proteção das árvores autóctones das nossas montanhas.
Em 2018, A Borealis vai continuar a desenvolver e a intensificar em prol desta nobre causa de reflorestação as parcerias de colaboração e entidades envolvidas, de índole pública e privada, das quais se destaca, as Lagoas de Bertiandos e S. Pedro d’Arcos, a Associação Florestal do Cávado na escolha e preparação da área de plantação; Ambiflora – Silvicultura e Exploração Florestal, fornecedora oficial das sementes e árvores Borealis e os municípios da região do Minho e Alto Minho, como a Câmara Municipal de Vila Verde e Câmara Municipal de Ponte de Lima, entre outros.
A Cascata da Corga da Fecha; a paisagem sublime sobre o rio Caldo e a Portela do Homem; os vestígios da presença romana na Península Ibérica; o esplendor dos amontoados graníticos que contrastam com o verde dos bosques e a pureza da água
O Trilho da Corga da Fecha, que se desenvolve na região fronteiriça entre Portugal e a Galiza, onde o Parque Nacional Peneda-Gerês se une com o Parque Natural da Baixa Limia – Serra do Xurés.
Transportados para a era romana, graças aos vários elementos paisagísticos outrora construídos por esses nossos antepassados, teremos um contacto privilegiado com tesouros da natureza, tais como a hipnotizante Cascata da Corga da Fecha, cuja queda de água tinge os 200m; o rio Caldo; bosques mágicos e verdejantes; paisagens graníticas típicas da alta montanha e inúmeras piscina naturais de águas límpidas.
A árvore que nos brinda este mês é o loureiro, cujas folhas são amplamente apreciadas pelas suas virtudes culinárias e medicinais. Esta planta é típica da região mediterrânea e possui uma folhagem persistente, raramente ultrapassando os 10 metros de altura. Nas civilizações Grega e Romana, o loureiro simbolizava a glória e o triunfo, daí que generais, imperadores e grandes atletas fossem coroados com folhas desta árvore.




